as armadilhas desfeitas com cuidados de artesão
os pés de cabra do espírito para arrombar o portão
da mansão do imponderável veja meu caro leitor
não adiantou de nada pois “o” que “é” superior
preparou um game absurdo e uma sucessão de fases
de tal modo delineadas que só mesmo os mais capazes
completariam o processo e abraçariam o premio
que ele com algum requinte e requififes de gênio
preparara de antemão e eu besta de fazer dó
capacitei-me com estilo para ser sim o melhor
mas a vida escorreu nos dedos sem que eu conseguisse ver
ao fim as letras neonizadas baby baby game over
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on terça-feira, 3 de janeiro de 2012
at 15:56
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Poesia
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